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Depois de passar mais de 2 meses sentindo muitas dores no ombro direito, meu marido, que usa muito o computador no trabalho, resolveu procurar um médico, e detectou que tinha uma calcificação no tendão, conhecida como tendinite calcárea. Diante de tantos tratamentos possíveis para aliviar a dor, chagando a cura da calcificação, estava o tratamento por ondas de choque, que são um tipo de energia mecânica, e não um choque elétrico, que penetra no tecido lesado e provoca um fenômeno chamado cavitação. Microbolhas se rompem causando microrruturas no tecido inflamado, determinando a liberação de substâncias anti-inflamatórias locais e também, estimulando o aumento na microcirculação.

Este aumento de nutrição leva a uma progressiva cura natural do processo inflamatório degenerativo. E para nos informarmos melhor sobre o assunto, conversamos com a Dra. Andreia Diniz, que é anestesiologista, com atuação em dor crônica e especialista em tratamento por onda de choque com certificação internacional pela ISMST e SBMTOC.

Segundo Andreia, existem vários modelos de máquinas que, por trabalharem com diferentes intensidades da onda aplicada no local de tratamento, podem tratar, tanto lesões musculares, quanto tendinosas ou ósseas. “Podemos controlar a intensidade da energia das ondas de choque no local tratado. Quando utilizamos baixa energia, produzimos alívio da dor e relaxamento muscular, quando se utiliza a média energia, ocorre a reparação tecidual e com alta energia, pode ocorrer a estimulação óssea”.

Uma observação muito importante que a médica fez, foi em relação a área afetada, afirmando que as ondas de choque apenas atuam em tecidos lesionados, não prejudicando em nada os tecidos normais.

Outras atuações do Tratamento por Onda de Choque

Na década de 90, o tratamento por onda de choque chega a ortopedia de forma bem mais ambiciosa do que na urologia. Enquanto que na ortopedia as ondas estimulam o processo de cura biológica em tendões, tecidos circunvizinhos e ossos, na urologia é usada apenas na desintegração de cálculos renais. As diferenças, além dos objetivos biológicos, se apresentam, também, na intensidade e na focalização das ondas de choque.

A terapia por onda de choque aplicada ao sistema musculoesquelético pode iniciar os seguintes processos:

  • Alterações estruturais do tecido;
  • estimulação de crescimento ósseo;
  • estimulação do processo regenerativo do tecido;
  • alterações estruturai no depósito de cálcio seguido por reabsorção de cálcio pelo organismo.

O tratamento não é invasivo. Não há nenhum tipo de sangramento visível. Não há cicatriz. É totalmente ambulatorial. Não há necessidade de hospitalização. A terapia por onda de choque dura em média 30 minutos e pode ser realizadas em pacientes com:

  • Calcificações periarticulares nos ombros (tendinite calcárea);
  • Epicondilite Lateral e Epicondilite Medial (cotovelo de tenista e golfista);
  • Síndrome dolorosa do grande trocanter ( bursite trocantérica);
  • Tendinite Patelar;
  • Tendinopatia do Aquiles (tendão calcâneo);
  • Fasciíte Platar com ou sem esporão;
  • Tendinopatia do tendão calcâneo (aquileana);
  • Outras patologias.

Se você sente alguma dor recorrente, busque uma orientação médica. A Dra. Andreia Diniz atende no Centro de Especialidades Médicas, na rua Joaquim Godoy, 393, Centro, Serra Talhada – PE. Fone: (87) 3831-8446.

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