São Paulo -SP , 16/05/2013 , Alfredo Rocha , palestrante motivacional e especilaista em vendas ; em estudio no Ipiranga. Fotos Fabiano Accorsi / Divulgação

Bom Dia!!!

Hoje (03), a partir das 19h, o auditório da FIS – Faculdade de Integração do Sertão vai pegar fogo!!!

Alfredo Rocha, o palestrante mais assistido do país, com mais de 3 milhões e espectadores, vai realizar uma apresentação com muito conteúdo, diversidade e bom humor.

Alfredo Rocha , palestrante motivacional e especilaista em vendas

A palestra intitulada Excelência no Atendimento, é voltada para todas as áreas profissionais que dependem de um contato com o público, por menor que ele seja. O blog Rochany Rocha conseguiu uma exclusiva com o palestrante, que falou sobre sua jornada, inspiração e projetos. Confira!

Blog Rochany Rocha – Como começou sua jornada como palestrante?

Alfredo Rocha  Eu saí de dentro das empresas, sou um trabalhador, observador e estudioso. Essa colocação de que eu não sou consultor, é mais porque tem consultor demais, hoje todo mundo é coach, todo mundo é consultor, sabe. Então foi mais uma estratégia de marketing mesmo, para me diferenciar. Eu sou um executivo. Alguém que trabalhou dentro das empresas, vivenciando o dia a dia corporativo.

BRR – A liderança é algo que pode ser adquirido ou as pessoas já nascem prontas?

AF – As duas colocações são verdadeiras. Existe uma parte da liderança que é nata, genética e outra cultural, cientificamente explicado. Por exemplo: o fato de você ter nascido já mostra em você um traço de liderança, porque na batalha pela vida, havia 300 bilhões de possibilidades e seres, e o vencedor foi você. Com isso, você já tem muitas características de líder: persistência, determinação, superação para saltar obstáculos e predisposição para conduzir. Mas não são todas que serão líderes. Por quê? Por que aí entra a herança cultural. E o que é a herança cultural? Ué, é o seu estudo, a sua dedicação, é conversar com pessoas mais experientes, fazer uma faculdade. Se você tiver a possiblidade de fazer uma pós-graduação, doutorado, participar de uma palestra, ler uma entrevista sobre liderança. Tudo isso é herança cultural.

BRR – Com o avanço das comunicações e da tecnologia, há uma necessidade maior de que grandes empresários ou gestores detenham, além de conteúdo, uma boa oralidade. Ainda há espaço para os Bons, mas ainda tímidos, que têm medo de falar em público, por exemplo?

AF – Cada trabalho tem suas especificações. O menino, o rapaz ou a moça tímida, que trabalham dentro de uma empresa, focados em tecnologia, trabalhando em cima de desenvolvimento de sistemas e processos, esse não há necessidade de comunicação, ele precisa de concentração e de estudo. Já uma pessoa que trabalha numa área comercial, ou um bom líder, precisa demais do entendimento. Dificilmente você vai ouvir falar de um líder, com alto desempenho, com alta performance se não tiver um bom relacionamento humano. O convívio hoje é muito importante para trabalhar com vendas, no comércio e isso só é possível para quem sabe liderar pessoas.

BRR – Este ano você completa 27 anos de carreira, e além de conquistar o título de palestrante mais assistido do Brasil, é apontado pelo meio empresarial como um dos melhores Conferencistas da atualidade na área comportamental e motivacional. Você imaginou que conquistaria tudo isso?

AR – Sempre que escolhemos uma carreira, miramos um pouco em nosso futuro, porém dificilmente seremos empreendedores, se não acreditarmos ou tivermos uma meta de desenvolver e de crescer em todo ramo que atuarmos.

Eu sabia que era uma batalha muito grande e não está vencida, porque 27 anos se passaram. A única coisa que conta é o agora. 2017. A palestra mais importante do mundo, é a que eu vou fazer hoje a noite. Então a gente tem que tomar um cuidado danado. É claro que ficamos felizes, satisfeitos em conseguirmos chegar num número tão expressivo como esse, de mais de 3 milhões de pessoas me assistirem ao vivo, mas sei que tudo isso é passado. O meu grande desafio é continuar sendo contratado e uma pessoa que todos (as) queiram ouvir. Esse é o meu desafio e não me iludo muito. Fico feliz, agradeço a Deus, a minha equipe e ao meu cliente, mas sei que tudo isso pode ficar para trás se não continuar evoluindo e melhorando a cada dia.

BRR – Alfredo, você é muito admirado pela criatividade dos seus textos, pelo conteúdo de suas palestras e também pela diversidade dos seus temas, onde você consegue inspiração e motivação para desenvolver um trabalho tão elogiado?

AR – Tenho vocação e talento. O restante é o fato de ser um grande observador. Assisto a um filme, uma série ou peça de teatro, e estou observando o roteiro e a atuação dos artistas. A palavra é a seguinte: É você ter a humildade e a vontade de querer aprender sempre. Um bom palestrante está sempre observando, não inventa nada e busca interpretar as coisas que estão acontecendo. É isso que faço e busco traduzir a uma realidade brasileira, porque tem coisas que lá fora funcionam de um jeito, mas aqui dentro tem a cultura e a personalidade. Inclusive, no Brasil de cada região, há exemplos que dou no Nordeste e não dou no Sul, porque as pessoas são diferentes, os povos têm as suas culturas e eu busco respeitar isso. E essa é uma das razões. Sempre com humor e emoção, mas também com respeito para com a minha plateia, sem exageros, na dose certa, venerando as regionalidades, e as individualidades. Eu busco fazer isso.

BRR – Em suas palestras você sempre foca em alguns pontos fortes como a simplicidade, a objetividade, o conteúdo e a descontração. O que isso tem de tão especial?

AR – Eles são os princípios que eu sigo. Em todas as minhas palestras, você vai encontrar quatro princípios: a simplicidade, que faz parte da minha história. Sou do interior, nasci na roça, morei na roça até os 16 anos de idade. Segundo a objetividade, porque o mundo é muito veloz, é rápido, não dá para você ficar enrolando, dando voltas, tem que ser seta, ir direto ao assunto. Tenho uma preocupação muito grande com minha plateia, quando vem me assistir, está dedicando um tempo da vida dela para mim. E eu tenho que retribuir isso com o máximo de informações. Terceiro conteúdo, porque eu busco respeitar o investimento que a empresa e a pessoa estão fazendo. Então eu tenho que fazer esse dinheiro valer a pena. E como eu faço esse dinheiro que estão pagando valer a pena? Levando conteúdos relevantes. E quarto a descontração, porque o brasileiro é alegre, é bem-humorado e o humor é a maneira mais fácil, simples e rápida de tocar o coração e a mente das pessoas.

BRR – Atualmente você está se dedicando a projetos ligados às tecnologias da revolução digital. Pode falar um pouco sobre esses projetos?

AR – Na verdade é a possibilidade de dar ao meu cliente as minhas palestras na palma da mão deles. No smartphone, computador ou tablet. Desenvolvi uma plataforma, onde as pessoas também podem me assistir, através da internet e do mundo on line que está aí. Eu dou uma palestra e as pessoas querem e podem dar continuidade ao meu trabalho.

BRR – Hoje a noite você vai realiza mais uma grande palestra. O que os serra-talhadenses e toda a região do Pajeú podem esperar para esse evento?

AR – Eles podem esperar o que há de mais atual em termos de empreendedorismo, liderança, motivação pessoal, e sucesso empresarial. As ideias que o mundo hoje oferece, na Ásia, Europa, Estados Unidos, ou em qualquer lugar do mundo que você for, eles podem ter certeza que as ideias estou levando para vocês aí são atualizadíssimas, as últimas sobre sucesso corporativo, motivação, liderança e vendas. Eles podem esperar uma palestra que vai surpreendê-los com conteúdo e em formas. Estamos montando uma palestra inovadora. É importante que você venha e traga o máximo de pessoas da sua empresa possível, porque com certeza absoluta, nós vamos levar opiniões para superar esses momentos difíceis e para se preparar para o melhor Brasil de todos os tempos!

Gostou? Então corre até um posto de venda e garanta sua vaga para esse grande evento!

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