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Escolinha de Futebol do Serra Talhada transforma crianças de todas as idades

Enquanto a bola rola solta nos pés de meninos e meninas, o futebol dá aulas práticas de respeito, coragem, estratégia e resiliência – valores fundamentais para fazer bonito no jogo da vida. Questionar as regras do jogo é uma oportunidade de ajudar a formar cidadãos críticos. E é isso que buscamos para nossos filhos. O futebol, como todo esporte, educa. Isso é certo. E, no contexto da aprendizagem, o futebol deixa de ser negócio milionário e produtor de craques-celebridades para se tornar a mais pura brincadeira. Essa é a essência do jogo; e, a partir dos 6 anos, já é possível formar times, estabelecer regras simples e deixar os pequenos bem à vontade para aprender a lidar com diversas situações, desde treinar a coordenação motora para amarrar a própria chuteira até aceitar o fato de que não gostam de futebol. 
Sim, isso acontece com as crianças do nosso país. “Não é porque o pai pendurou a chuteira no quarto da maternidade que o filho vai ser apaixonado pelo esporte. Pelo contrário, cerca de 40% dos estudantes apresentam muita resistência a entrar em campo”, revela Rogério Souza, treinador da Escolinha de Futebol do Serra Talhada. 

Então, o que fazer com esses alunos e também com os tímidos ou desajeitados? “Aceitá-los como são e incluí-los na brincadeira, que precisa de gente nos bancos de reserva, na torcida, de um fotógrafo registrando a partida, de um gandula. Muitas vezes, os pequenos começam a pegar gosto pelo jogo participando de maneira indireta e fazendo todos os papéis, não só o de craque”, diz o treinador.
Para Valéria Magalhães, mãe dos jogador Artur, “o desenvolvimento psicomotor, além do entrosamento dele  com outras crianças tem contribuído com um comportamento mais calmo e com mais limites”.
E vale o alerta para os pais fanáticos: mesmo que meninos ou meninas gostem muito de jogar, a prática deve ser descompromissada de resultados e pressões até os 11 anos. Se a criança estiver em uma escolinha de futebol, é preciso se certificar de que a carga de exercícios e movimentos repetidos não está passando da conta. “Os brasileiros sempre foram famosos por aprender a jogar de forma espontânea, e não na cartilha como fazem os europeus. Sempre ganhamos deles com essa nossa ginga”, afirma Cícero Ricardo, ex-jogador profissional. Para ele, a preocupação precoce em formar atletas pode sobrecarregar a criança, que não vai viver o lúdico, e sim ser privada da possibilidade de desenvolver o improviso, a espontaneidade. “Curtir a beleza do drible, da artimanha para vencer o adversário, pode ser mais divertido e valer tanto quanto marcar o gol.”
Focado ainda nessa “brincadeira” séria, a equipe da Escolinha de Futebol de Serra Talhada realizou um dia das crianças bem divertido, com direito a torneio entre as equipes da Casa da Cidadania e Escola Irnéro Ignácio, distribuição de medalhas, guloseimas, bolo e refrigerante.

A Escolinha de Futebol do Serra Talhada tem turmas a partir de 3 anos de idade e funciona no Tunas Clube. Maiores informações pelos telefones (87) 9.9910-5027 ou (81) 9.9621-8093.

Sobre o Autor

Rochany Rocha

Oi! Sou Comunicadora Social, com habilitação em jornalismo, o que me deu oportunidades incríveis de dirigir uma grande rádio, além de trabalhar como assessora de imprensa de grandes instituições públicas e privadas. Como Docente, tive a oportunidade de compartilhar meus conhecimentos com mais de 2 mil alunos. Já a especialização em Marketing e Jornalismo político me deu a oportunidade de conhecer pessoas incríveis e hoje, me realizo informando coisas boas para meus leitores.
Sou mãe de dois meninos lindos, que me dão motivação diária para fazer o que mais amo. Quer saber um pouco mais? Então manda um e-mail para blogrochanyrocha@gmai.com e terei o maior prazer em respondê-los. Beijos!!

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